

· Um sujeito que estranha aquilo que escapa ao seu “Eu” objetivo (“científico/estático”, estranha aquilo que seja relativo ao [seu] inconsciente);
· Um sujeito que se percebe como sujeito a partir do casal pai e mãe, mas estranha-se frente ao Outro que perpasse esta tríade;
· Sujeito produto de uma “construção” que não pode cultivar a idéia de ética (face intersubjetiva, que ultrapasse a tríade parental);
· A psicanálise entra como uma interface que possibilita clarear a entrada do OUTRO como alguém que não exclui;