fui invadida pelo Transtorno de Atenção e Hiperatividade que a internet produz em seus/sua "usuários" Alguém aí poderia me ajudar? A Fabi me ajudou: tempo de realizar: "meu momento: sem conseguir,nem ler, nem escrever, rompi a cristalização: "A leitura não passa de um substituto do pensamento próprio". Aqui fechei o livro, sabendo que escrever é considerado, também, um substituitivo e fui escrever... disparei..." agora procuro alguém que possua "tal" afinidade...
Meus autores preferidos:
Pessoa, Kafka, Guimarães Rosa, Bauman, Calvino, Philip K. Dick...(cade as mulheres?!) Marion Zimmer Bradley, Maria Rita Kehl, Maria Cristina Kupfer...
Meus livros e estilo literário preferido:
ficção, psicanálise, psicologia, romances, astrologia, ocultismo, filosofia, história em quadrinhos... http://anjapsi.blogspot.com/ http://anjapsi.spaces.live.com/
sexta-feira, agosto 28, 2009
quarta-feira, agosto 19, 2009
Skoob (ou o que ando lendo):

ando meio desligada nem sinto os meus pés no chão... ando numa fase muito estranha: começo vários livros e não consigo me concentrar em nenhum, muito menos terminar... não tenho escrito... estas coisas eram constantes e me sinto perdida e vazia sem elas... será que fui dependente? será que a "academia" me enjoou e enojou? o que será de mim? fui invadida pelo Transtorno de Atenção e Hiperatividade que a internet produz em seus/sua "usuários" Alguém aí poderia me ajudar?
domingo, agosto 09, 2009
Joquim - Vitor Ramil - versão para Joey de Bob Dylan e...
Satolep
Noite
No meio de uma guerra civil
O luar na janela
Não deixava a baronesa dormir
A voz da voz de Caruso
Ecoava no teatro vazio
Aqui nessa hora é que ele nasceu
Segundo o que contaram pra mim
Joquim era o mais novo
Antes dele havia seis irmãos
Cresceu o filho bizarro
Com o bizarro dom da invenção
Louco, Joquim louco
O louco do chapéu azul
Todos falavam e todos sabiam
Quando o cara aprontava mais uma
Joquim, Joquim
Nau da loucura no mar das idéias
Joquim, Joquim
Quem eram esses canalhas
Que vieram acabar contigo?
Muito cedo
Ele foi expulso de alguns colégios
E jurou: "Nessa lama eu não me afundo mais"
Reformou uma pequena oficina
Com a grana que ganhara
Vendendo velhas invenções
Levou pra lá seus livros, seus projetos
Sua cama e muitas roupas de lã
Sempre com frio, fazia de tudo
Pra matar esse inimigo invisível
A vida ia veloz nessa casa
No fim do fundo da América do Sul
O gênio e suas máquinas incríveis
Que nem mesmo Julio Verne sonhou
Os olhos do jovem profeta
Vendo coisas que só ontem fui ver
Uma eterna inquietude e virtuosa revolta
Conduziam o libertário
Dezembro de 1937
Uma noite antes de sair
Chamou a mulher e os filhos e disse:
"Se eu sumir procurem logo por mim"
E não sei bem onde foi
Só sei que teria gritado
A uma pequena multidão
"Ao porco tirano e sua lei hedionda
Nosso cuspe e o nosso desprezo!"
Joquim, Joquim
Nau da loucura no mar das idéias
Joquim, Joquim
Quem eram esses canalhas
Que vieram acabar contigo?
No meio da madrugada, sozinho
Ele foi preso por homens estranhos
Embarcaram num navio escuro
E de manhã foram pra capital
Uns dias mais tarde, cansado e com frio
Joquim queria saber onde estava
E num ar de cigarros
De uns lábios de cobra, ele ouviu:
"Estás onde vais morrer"
Jogado numa cela obscura
Entre o começo do inferno e o fim do céu
Foi assim que depois de muitas histórias
A mulher enfim o encontrou
E ele ainda ficou ali por mais dois anos
Sempre um homem livre apesar da escravidão
As grades, o frio, mas novos projetos
Entre eles um avião
O mundo ardia na guerra
Quando Joquim louco saiu da prisão
Os guardas queimaram
Os projetos e os livros
E ele apenas riu, e se foi
Em Satolep alternou o trabalho
Com longas horas sob o sol
Num quarto de vidro no terraço da casa
Lendo Artaud, Rimbaud, Breton
Joquim, Joquim
Nau da loucura no mar das idéias
Joquim, Joquim
Quem eram esses canalhas
Que vieram acabar contigo?
No início dos anos 50
Ele sobrevoava o Laranjal
Num avião construido apenas das lembranças
Do que escrevera na prisão
E decidido a fazer outros, outros e outros
Joquim foi ao Rio de Janeiro
Aos orgãos certos,
Os competentes de coisa nenhuma
Tirar um licença
O sujeito lá
Responsável por essas coisas, lhe disse:
"Está tudo certo, tudo muito bem
O avião é surpreendente, eu já vi
Mas a licença não depende só de mim"
E a coisa assim ficou por vários meses
O grande tolo lambendo o mofo das gravatas
Na luz esquecida das salas de espera
O louco e seu chapéu
Um dia
Alguém lhe mandou um bilhete decisivo
E, claro, não assinou embaixo
"Desiste", estava escrito
"Muitos outros já tentaram
E deram com os burros n'água
É muito dinheiro, muita pressão
Nem Deus conseguiria"
E o louco cansado o gênio humilhado
Voou de volta pra casa
Joquim, Joquim
Nau da loucura no mar das idéias
Joquim, Joquim
Quem eram esses canalhas
Que vieram acabar contigo?
No final de longa crise depressiva
Ele raspou completamente a cabeça
E voltou à velha forma
Com a força triplicada
Por tudo o que passou
Louco, Joquim louco
O louco do chapéu azul
Todos falavam e todos sabiam
Que o cara não se entregava
Deflagrou uma furiosa campanha
De denúncias e protestos
Contra os poderosos
Jogou livros e panfletos do avião
Foi implacável em discursos notáveis
Uma noite incendiaram sua casa
E lhe deram quatro tiros
Do meio da rua ele viu as balas
Chegando lentamente
Os assassinos fugiram num carro
Que como eles nunca se encontrou
Joquim cambaleou ferido alguns instantes
E acabou caído no meio-fio
Ao amigo que veio ajudá-lo, falou:
"Me dê apenas mais um tiro por favor
Olha pra mim, não há nada mais triste
Que um homem morrendo de frio"
Joquim, Joquim
Nau da loucura no mar das idéias
Joquim, Joquim
Quem eram esses canalhas
Que vieram acabar contigo?
Noite
No meio de uma guerra civil
O luar na janela
Não deixava a baronesa dormir
A voz da voz de Caruso
Ecoava no teatro vazio
Aqui nessa hora é que ele nasceu
Segundo o que contaram pra mim
Joquim era o mais novo
Antes dele havia seis irmãos
Cresceu o filho bizarro
Com o bizarro dom da invenção
Louco, Joquim louco
O louco do chapéu azul
Todos falavam e todos sabiam
Quando o cara aprontava mais uma
Joquim, Joquim
Nau da loucura no mar das idéias
Joquim, Joquim
Quem eram esses canalhas
Que vieram acabar contigo?
Muito cedo
Ele foi expulso de alguns colégios
E jurou: "Nessa lama eu não me afundo mais"
Reformou uma pequena oficina
Com a grana que ganhara
Vendendo velhas invenções
Levou pra lá seus livros, seus projetos
Sua cama e muitas roupas de lã
Sempre com frio, fazia de tudo
Pra matar esse inimigo invisível
A vida ia veloz nessa casa
No fim do fundo da América do Sul
O gênio e suas máquinas incríveis
Que nem mesmo Julio Verne sonhou
Os olhos do jovem profeta
Vendo coisas que só ontem fui ver
Uma eterna inquietude e virtuosa revolta
Conduziam o libertário
Dezembro de 1937
Uma noite antes de sair
Chamou a mulher e os filhos e disse:
"Se eu sumir procurem logo por mim"
E não sei bem onde foi
Só sei que teria gritado
A uma pequena multidão
"Ao porco tirano e sua lei hedionda
Nosso cuspe e o nosso desprezo!"
Joquim, Joquim
Nau da loucura no mar das idéias
Joquim, Joquim
Quem eram esses canalhas
Que vieram acabar contigo?
No meio da madrugada, sozinho
Ele foi preso por homens estranhos
Embarcaram num navio escuro
E de manhã foram pra capital
Uns dias mais tarde, cansado e com frio
Joquim queria saber onde estava
E num ar de cigarros
De uns lábios de cobra, ele ouviu:
"Estás onde vais morrer"
Jogado numa cela obscura
Entre o começo do inferno e o fim do céu
Foi assim que depois de muitas histórias
A mulher enfim o encontrou
E ele ainda ficou ali por mais dois anos
Sempre um homem livre apesar da escravidão
As grades, o frio, mas novos projetos
Entre eles um avião
O mundo ardia na guerra
Quando Joquim louco saiu da prisão
Os guardas queimaram
Os projetos e os livros
E ele apenas riu, e se foi
Em Satolep alternou o trabalho
Com longas horas sob o sol
Num quarto de vidro no terraço da casa
Lendo Artaud, Rimbaud, Breton
Joquim, Joquim
Nau da loucura no mar das idéias
Joquim, Joquim
Quem eram esses canalhas
Que vieram acabar contigo?
No início dos anos 50
Ele sobrevoava o Laranjal
Num avião construido apenas das lembranças
Do que escrevera na prisão
E decidido a fazer outros, outros e outros
Joquim foi ao Rio de Janeiro
Aos orgãos certos,
Os competentes de coisa nenhuma
Tirar um licença
O sujeito lá
Responsável por essas coisas, lhe disse:
"Está tudo certo, tudo muito bem
O avião é surpreendente, eu já vi
Mas a licença não depende só de mim"
E a coisa assim ficou por vários meses
O grande tolo lambendo o mofo das gravatas
Na luz esquecida das salas de espera
O louco e seu chapéu
Um dia
Alguém lhe mandou um bilhete decisivo
E, claro, não assinou embaixo
"Desiste", estava escrito
"Muitos outros já tentaram
E deram com os burros n'água
É muito dinheiro, muita pressão
Nem Deus conseguiria"
E o louco cansado o gênio humilhado
Voou de volta pra casa
Joquim, Joquim
Nau da loucura no mar das idéias
Joquim, Joquim
Quem eram esses canalhas
Que vieram acabar contigo?
No final de longa crise depressiva
Ele raspou completamente a cabeça
E voltou à velha forma
Com a força triplicada
Por tudo o que passou
Louco, Joquim louco
O louco do chapéu azul
Todos falavam e todos sabiam
Que o cara não se entregava
Deflagrou uma furiosa campanha
De denúncias e protestos
Contra os poderosos
Jogou livros e panfletos do avião
Foi implacável em discursos notáveis
Uma noite incendiaram sua casa
E lhe deram quatro tiros
Do meio da rua ele viu as balas
Chegando lentamente
Os assassinos fugiram num carro
Que como eles nunca se encontrou
Joquim cambaleou ferido alguns instantes
E acabou caído no meio-fio
Ao amigo que veio ajudá-lo, falou:
"Me dê apenas mais um tiro por favor
Olha pra mim, não há nada mais triste
Que um homem morrendo de frio"
Joquim, Joquim
Nau da loucura no mar das idéias
Joquim, Joquim
Quem eram esses canalhas
Que vieram acabar contigo?
terça-feira, julho 21, 2009
Elephant Gun

Beirut (tradução)
Se eu fosse jovem, eu fugiria desta cidade
Enterraria meus sonhos no subterrâneo
Como eu, nós bebemos até morrer
Nós bebemos essa noite
Longe de casa, caçador de elefante
Vamos derrubá-los um a um
Nós os deitamos, eles não serão encontrados
Eles não estão aqui
Que comecem as estações
Elas rolam como devem
Que comecem as estações
Derrube o grande rei
Que comecem as estações
Elas rolam como devem
Que comecem as estações
Derrube o grande rei
E rasgam o silêncio do nosso acampamento
À noite
E rasgam a noite
E rasgam nosso acampamento à noite
E rasgam o silêncio, tudo que é deixado
É o que eu escondo
http://www.youtube.com/watch?v=rxy5X8fHdS8
sábado, junho 27, 2009
sem graça e sem coragem...
“A única forma de descobrir como ajudar uma pessoa era ouvir o que tinha a dizer. Só quando escutasse o que estava tentando expressar, conseguiria sentir do que ela precisava, os problemas que enfrentava, o tipo de ajuda que realmente ajudaria naquele momento específico. Uma vez que as pessoas passam por muitas fases diferentes durante o curso de uma moléstia persistente e imprevisível como o câncer, aprender a ouvir suas necessidades é de vital importância.”
No capítulo: QUE TIPO DE AJUDA REALMENTE AJUDA? (p.228)
GRAÇA E CORAGEM: Espiritualidade e cura na vida e morte de Treya Killam Wiber – Ken Wiber. Tradução de Ary Raymsford. São Paulo: Gaia, 2007.
Há tantas coisas a serem feitas e eu aqui travada dentro de meus medos imobilizantes, não faço nada, não vou a lugar algum... no meio de minha vidinha vazia...
domingo, junho 14, 2009
depois de menina e o calor, Menina eo Mar...

14 de junho de 2009
Dentro desta minha velhice, antes falei sobre a menina Mel e o calor, agora
Ponho-me a falar sobre os dias perto do mar. Estou lendo o livro CANÇÃO DO MAR de Pat Conroy, o autor de outro livro/filme mais conhecido, O PRÍNCIPE DAS MARÉS. Ele fala sobre criar a filha dele sozinho, fazendo referências parecidas com as que eu pensava ao criar a minha (dela mesma) menininha sozinha:
“Os dias se alongavam, calorosos, até que o mar tomasse a palavra. Não era fácil aquecer um oceano [...] e as gaivotas [...] voavam para o norte. Uma delas cantou, coisa que sempre me evocava uma dor e uma solidão sem nome. Esperava que essa solidão não fosse contagiosa, que não me escapasse da corrente sangüínea para se infiltrar no pulso de minha filha. Gostava de noites sulinas [...] levando Leah (Mel) pela mão [...] desejei ser mais alegre, menos sorumbátic@”. (p. 344)
Levando Mel pela mão desejei ser mais alegre. Desejei aquecer o oceano e, às vezes, achei que isto foi possível...
Será que meu gelo deixou transparecer que seria possível pegar a forma quente com as duas mãos?
Depois os personagens vão salvar tartarugas, aí me lembro de um amigo e sua filha...
Mensagens que são enviadas individualmente, melhor, subjetivamente. De inconsciente a inconsciente...
Lá estava eu percorrendo o chamado, o caminho...
Mas nunca seria fácil aquecer o oceano... mas quem foi que fez a promessa de que seria fácil?
Quem prometeu algum Mar de rosas aquecido? Ou lençinhos quentes e umedecidos?
Ninguém... ninguém lá para dissolver nossas angústias...
terça-feira, junho 02, 2009
terça-feira, maio 26, 2009
texto que vou blogar se...
Subject: texto que vou blogar...
eu é que te amo!
________________________________________
Date: Tue, 26 May 2009 21:43:19 +0000
Pode blogar...
Bjs e Te amo!
________________________________________
Date: Sun, 24 May 2009 12:16:50 -0300
Mel só não vou blogar se tu não deixar...
CONSTRUINDO POESIAS que nos faça escapar do INFERNO DA nova RELIGIÃO, a CIÊNCIA (INSTRUMENTO MAIOR DO CAPITALISMO SELVAGEM...)
16 agosto 2008
Lembro de uma única vez em que pude escutar minha voz como se ela não houvesse saído de mim mesma:
Minha filha e eu morávamos juntas, ela era ainda pequena e costumávamos torrar os pães quando ficavam mais “velhos”, uma forma de economizar e aproveitar melhor a comida... Eu liguei o forno e coloquei a forma para torrá-los. Sendo muito óbvio para mim, adulta, que não poderia tocar na forma quente. Não enxerguei o óbvio de adverti-la sobre o calor e as queimaduras e em um momento muito rápido de distração pude ver suas mãozinhas tocarem na forma. Foi como se o tempo tivesse parado, os instantes virassem horas, até que ouvi um grito que me assustou e tirou do “transe” era minha voz que gritava: LARGA!
Simultaneamente o tempo foi muito acelerado e muito lento. Meus pensamentos racionais ficaram lentificados enquanto uma noção mais sábia que “eu” se antecipou (ou o “Eu se antecipou...), sem formular uma expressão correta (ou pensar antes), entonação de voz (um grito grotão e grutal, que fosse suficiente para assustar...), sem queimar-me junto com ela, pois nesse caso seriamos as duas a lamentar e “cuidar” fisicamente de, não “uma”, mas “duas” dores.
Não me lembro dela chorar, ou reclamar de dor, nem de queimaduras. Lembro-me do susto que ambas levamos e da obviedade do fato e reações. Eu e ela nos dávamos conta de cuidados extras que ambas precisávamos ter, uma com a outra e conosco mesmo.
Foi o momento de descobrir com nosso ser inteiro o que fazer. A coisa certa.
Muitas vezes não nos damos conta de coisas simples ao cuidar de alguém tão jovem no corpo, alguém que ensinamos os movimentos do mundo (de novo) e passa despercebida sua inexperiência com as coisas mais práticas como “não se queimar”, tão instintivo para nossa “velhice”.
terça-feira, maio 19, 2009
Michel Foucault é referência indireta ao citar diretamente suas idéias que fomentam todas nossas discussões, como um “queijo gruyére”:
"[...] cheio de buracos para que neles possamos nos alojar. Não quis dizer ‘Eis o que penso’, pois ainda não estou seguro quanto ao que formulei. Mas quis ver se aquilo podia ser dito e até que ponto podia ser dito. Certamente, há um risco disto..." (Machado, 1989, p.243)
"Em nossa geração, uns poucos seres humanos foram levados à superfície da lua de nosso planeta e, após uma rápida permanência [...] novamente trazidos [...] vivos em quase todos os casos. Foi um feito magnífico da ciência aplicada à tecnologia, mas foi um feito ainda mais notável de sociabilidade, considerando-se que, até o presente momento, os seres humanos tiveram muito menos sucesso em suas relações uns com os outros do que em dominar a parte não-humana da natureza. Esse feito deu-nos algumas lições de importância prática para a avaliação de nossa perspectiva e escolha de nossa política de ação na terra [...]"
(TOYNBEE, 19671982/1976, p.24).
o TaO
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O Caminho, o caminhante e o (ato de) caminhar...
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O Caminho, o caminhante e o (ato de) caminhar...
domingo, maio 10, 2009
Olá!
O Caminho, o caminhante e o (ato de) caminhar...
A busca do Tao
O caminho que devemos seguir e que torna possível a nossa realização, aquele em que estamos andando, tendo conhecimento ou não desta realidade (consciente oi inconsciente).
No momento em que nascemos já estamos vivendo, querendo ou não viver esta vida, gostando ou não, ela vai indo sempre para a frente, carregando nosso corpo (nosso corpo carregando o caminho e sendo carregado pelo caminho). Todos nós possuímos um caminho! Nem sempre sabemos disso...
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